A Covid-19 trouxe mais um resíduo à nossa sociedade: as máscaras descartáveis. Muitas destas máscaras, à semelhança de outro lixo, foram para ao mar. Estima-se que mais de 1,56 mil milhões de máscaras descartáveis terão chegado aos oceanos em 2020.

Tornou-se, por isso, urgente alertar a sociedade para a saúde dos oceanos. Assim, a MEO fez uma open call aos shapers (construtores de pranchas de surf) para construírem pranchas utilizando estes resíduos.

Miguel Blanco foi um dos shapers que respondeu ao apelo. “Não pude deixar de me juntar a esta iniciativa e fazer algo de novo para mim como shapear, nomeadamente uma prancha de raiz e, ao juntar máscaras Covid-19, passar a mensagem tão forte que devemos proteger os oceanos”. O também surfista explica que fez “uma forma de um peixe no fundo da prancha, laminado com as máscaras descartáveis para retratar a fase em que se começam a degradar, transformando-se em microplástico que acaba por ser consumido pelos peixes e a restante biodiversidade marinha, afetando assim toda a cadeia alimentar. No final do projeto, tivemos a oportunidade de surfar com as pranchas durante as fases finais do MEO Ericeira Pro em Ribeira d’Ilhas numa expression session proporcionada pela MEO e pelo Turismo de Portugal”.

O shapear comenta ainda que “é realmente preocupante quando nos informamos sobre os factos e ler que existem mais máscaras do que alforrecas nos oceanos”.

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