Água da chuva aproveitada para sistemas de irrigação e descargas sanitárias

Novo projeto imobiliário que vai surgir no Douro, Gaia Hills, aposta no aproveitamento da água pluvial para rega ou para utilização em casas de banho.

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A sustentabilidade e o cuidado com os recursos naturais, como a água, são transversais a todos os setores de atividade e no ramo imobiliário as preocupações ambientais são incontornáveis.

Por um lado, temos a informação ambiental e climática relativa ao imóvel que acompanha o processo de venda e de valorização de cada empreendimento. Por outro lado, temos os cuidados ambientais que os novos projetos imobiliários demonstram.

Nesse capítulo, o Gaia Hills, empreendimento que os grupos belgas Thomas & Piron e a Promiris irão começar a construir no segundo semestre de 2022, parece – pelo menos no papel – funcionar como um bom exemplo.

Isto porque, de acordo com os promotores do projeto residencial, situado na margem esquerda do rio Douro, outrora denominada Quinta do Vale de Amores, em plena zona ribeirinha, a construção vai de encontro das mais ambiciosas normas ambientais.

Água da chuva captada

Um exemplo é o facto da água da chuva ser aproveitada para sistemas de irrigação e/ou para uso em descargas sanitárias num total de 256 apartamentos de tipologias de T0 a T5, divididos por oito edifícios.

O empreendimento também apostará na produção local de energia renovável, através da instalação de painéis fotovoltaicos.

Outro ponto que faz parte do caderno de encargos do projeto é a produção de água quente sanitária por coletores nas coberturas.

Além de áreas recreativas na zona verde, o empreendimento residencial será ainda dotado de uma praça central e acessos pedonais aos diferentes edifícios.

O projeto tem a assinatura do gabinete de arquitetura Saraiva + Associados e é apresentado como um conceito moderno de habitação combinado com a natureza.

Os promotores referem que “tencionam criar com o Gaia Hills um dos projectos mais emblemáticos em termos de sustentabilidade ambiental e ecológica”.

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