A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Fotovoltaico (APESF), duas associações empresariais portuguesas de defesa e promoção das energias renováveis, decidiram fundir-se.

O objetivo é unir esforços para representar o setor fotovoltaico de forma integrada e com ações mais coordenadas.

Trata-se de uma fusão e de uma integração, na medida em que a APESF passa a fazer parte da APREN.

Assim, ao portfolio de centrais electroprodutores de larga escala que a APREN representava, passa também a juntar-se toda a vertente de microprodução de eletricidade até aqui mais na esfera da APESF.

“cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada”, referem as duas associações.

“Com a crescente necessidade de mitigar os efeitos climáticos e adaptar em conformidade o sistema energético, que evoluiu, entretanto, para um modelo conectado, flexível e mais circular, cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada, em que todos os vetores são interdependentes”, referem em comunicado as associações.

“Em 2018, a Comissão Europeia apresentou a sua revisão do quadro de políticas energéticas com o pacote Energias Limpas para todos os Europeus com três objetivos principais: dar prioridade à eficiência energética, alcançar a liderança mundial em energia de fontes renováveis e estabelecer condições equitativas para os consumidores, como reconfiguração de mercado que permita a participação ativa da geração renovável de forma transparente e sem entraves nas suas várias dimensões e características. Neste novo contexto, a APREN e APESF reconhecem a necessidade de unificar esforços e competências e seguir a dinâmica e nova visão de modelo energético, o que culminou com a sua fusão debaixo da chancela ‘APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis’”, refere a APREN, cujo Presidente de Direção continuará a ser Pedro Amaral Jorge.

A APREN surgiu em 1988. Já a APESF foi fundada em 2008.

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