Os CTT – Correios de Portugal associaram-se ao projeto de reciclagem e valorização de máscaras faciais coordenado pela To-Be-Green, uma spin-off da Universidade do Minho, para dar uma segunda vida às máscaras descartadas pelos seus colaboradores.

O projeto, apadrinhado pelo Ministério do Ambiente e pela Agência Portuguesa do Ambiente, tem como objetivo a redução do impacto ambiental associado à utilização diária das máscaras de proteção contra a COVID-19, através do seu processamento e criação de novos produtos, em detrimento do seu envio para aterro sanitário.

Promover economia circular

Segundo Maria Rebelo, Diretora de Sustentabilidade dos CTT, “este é um projeto inovador que nos permite dar uma nova e melhor vida aos resíduos das máscaras de proteção que usamos nos CTT, contribuindo assim para estender a vida útil destes produtos e promover a transição para uma economia circular. Acreditamos que esta iniciativa vai, certamente, contribuir para um futuro melhor”.

Assim, os maiores Centros de Produção e Logística dos CTT – Cabo Ruivo e Maia – e o Centro de Logística e Distribuição de Taveiro vão receber contentores específicos, onde os colaboradores que aí desempenham as suas funções devem colocar as suas máscaras de proteção, tanto cirúrgicas como sociais, depois de utilizadas.

O que será feito às máscaras?

De acordo com o CEO da To-Be-Green, António Dinis Marques, “com esta parceria os milhares de máscaras que iriam para os resíduos indiferenciados serão tratadas adequadamente e convertidas numa primeira fase em “pellets” de PP ou placas poliméricas mistas, e posteriormente, por injeção ou compressão, serão produzidos novos produtos à base de polímeros”.

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