Entre os resíduos provenientes das suas operações e os entregues pelos clientes nas lojas, em 2020, o Continente enviou para reciclagem 42.184 toneladas – o peso de 420 baleias-azuis – em plástico, cartão, madeira, pilhas, cortiça e outros materiais, informa a empresa.

“No ano passado, enquanto os negócios da Sonae MC, no seu conjunto, cresceram acima de 9%, a taxa de crescimento dos resíduos geridos pela Sonae MC situou-se abaixo de 2%”, esclarece a firma.

Os resíduos de plástico, maioritariamente material de embalagem, tiveram uma redução de cerca de 1,1% (em relação ao período homólogo) para 2.548 toneladas e o cartão gerado em loja e enviado para reciclagem foi de 37.700 toneladas.

Refere o Continente que em 2020, os clientes entregaram nas lojas Continente, para reciclagem, 503 toneladas de roupa usada, 72 toneladas de óleo alimentar usado, 24 toneladas de baterias usadas, 25 toneladas de pilhas usadas e 33 toneladas de rolhas de cortiça.

“Enquanto retalhista líder, sabemos que o nosso dever é encontrar e implementar medidas que procurem minimizar o impacto da nossa atividade, sensibilizando também fornecedores, parceiros, colaboradores e clientes para a importância do seu contributo. Reforçamos o nosso compromisso público como um agente ativo na consciencialização e mobilização dos portugueses, informando, sensibilizando e promovendo comportamentos de cidadania ambiental, que assegurem o nosso futuro coletivo”, explica Vítor Martins, Diretor de Ambiente da Sonae MC.

O Continente tem vindo a implementar diversas medidas no âmbito da sua Estratégia para o Uso Responsável dos Plásticos.

Em 2020, o Continente alcançou um nível de poupança superior a 4.200 toneladas de plástico virgem por ano.

Este valor representa um crescimento de 90% em relação às 2.200 toneladas/ano anunciadas em abril de 2019 nesta plataforma.

Além das toneladas de plástico virgem eliminadas (entre eliminação de plástico considerado desnecessário e substituição de material virgem por reciclado), a marca substituiu ainda 50 toneladas de plástico com baixa reciclabilidade (como o PVC) por outros materiais mais fáceis de reciclar (como o PET) dos seus produtos. Atualmente, 73% das referências de marca própria já são 100% recicláveis.

O Continente assumiu o compromisso de antecipar para 2025 a ambição definida pela União Europeia para 2030, de reduzir (ou mesmo eliminar quando possível) a utilização de materiais de plástico de origem fóssil, no que diz respeito aos produtos de marca própria, assegurando ainda que todos eles têm embalagens reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis.

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