Quase todos temos aparelhos elétricos ou eletrónicos antigos, como um telemóvel, que já não usamos numa gaveta ou um secador avariado no móvel da casa de banho. E quem nunca perguntou o que fazer ao frigorífico velho quando compra um novo?

As dúvidas mais simples no que diz respeito aos Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) estão agora a ser respondidas nas redes sociais da ERP Portugal.

Durante este mês de março, a entidade gestora deste tipo de resíduos terá a decorrer o desafio #NosCantosdeMinhaCasa, no qual serão percorridas as várias divisões das nossas casas, relembrando os diferentes equipamentos que podemos ter esquecidos e aos quais já devíamos ter dado uma nova vida, entregando-os para reciclagem.

Eis alguns exemplos:

Por exemplo, ao adquirir uma nova máquina de lavar porque a que tem avariou, saiba que o estabelecimento onde faz a compra é obrigado a recolher gratuitamente o eletrodoméstico avariado equivalente. Dessa forma, estará a contribuir para a economia circular.

Já no caso de pequenos equipamentos, que poderá ter guardados nas gavetas do escritório, sala ou hall, como telemóveis antigos, leitores de música, consolas, comandos, entre outros, deve colocá-los no Depositrão, presente em milhares de locais por todo o país (lojas, espaços comerciais, escolas, empresas e entidades).

Se for um adepto das compras online, mesmo para os pequenos equipamentos, a recolha de equipamentos equivalentes na compra de um novo é igualmente obrigatória e gratuita. A pesquisa dos pontos de recolha destes resíduos – informa a ERP – está disponível em www.eureciclo.pt.

A ERP Portugal insiste na importância de se dever dar um fim de vida sustentável aos aparelhos estragados ou que, simplesmente, deixaram de ser usados. Nesse sentido, é relevante reciclar para contribuir para a redução da utilização de matérias virgens no fabrico de novos produtos.

É importante que equipamentos avariados ou aos quais já não damos uso sejam encaminhados corretamente

Filipa Moita, Responsável de Comunicação da ERP Portugal, adianta que “gostávamos que os portugueses aproveitassem o confinamento ou aquela típica limpeza de primavera para fazerem esta vistoria a gavetas, armários e arrecadações. É importante que os equipamentos avariados ou aos quais já não damos uso sejam encaminhados corretamente, permitindo o tratamento das substâncias nocivas que podemos encontrar no seu interior e garantindo a reciclagem dos materiais. Esta é uma atividade que pode ser feita em família e tornar-se um hábito partilhado por todos, rumo ao mesmo objetivo: contribuir para um planeta mais limpo e saudável!”.

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claudio
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claudio

pois ainda culpam os carros elétricos de poluírem com o lítio e se formos a ver estes aparelhos que e a carrada de smartphones por família em 1 milhão de pessoas poluem muito mais mas não o saco de pancada é a concorrência aos lobbys do petróleo